Portefólio
Minho

Alvarinho e Palácio da Brejoeira são quase sinónimos. É o produtor com mais história e tradição na produção de vinhos desta casta, quase podendo dizer-se que foi por causa dela que o vinho branco Alvarinho se tornou conhecido e tem hoje o estatuto que tem. A Quinta da Brejoeira, situa-se em Monção e é uma propriedade com 30 hectares, dos quais 18 de vinha exclusivamente plantada com Alvarinho. O ex-libris da quinta e da região é o seu palácio, uma grandiosa construção em estilo neoclássico, do final do século Séc. XIX (1806). D. Hermínia Paes presidiu aos destinos desta magnífica propriedade e foi a grande obreira do seu sucesso.
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A Quinta da Calçada produz vinhos em Amarante desde 1917. Os 60 ha de vinha própria constituem o encepamento mais antigo da região e permitem à Quinta da Calçada interpretar diferentes Terroirs. Pertença da família Mota, a Quinta está intimamente ligada ao Hotel Casa da Calçada cujo Restaurante foi alvo de atribuição de 1 estrela Michelin.
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A Quinta da Covela está localizada na fronteira entre a zona granítica da região dos Vinhos Verdes e a zona de xistos da região do Douro. São 49 ha de Quinta, dos quais 18 ha são destinados à produção de uvas para vinificação. Datada do Séc. XVI, a Casa da Covela, formada pelas ruinas do solar renascentista, os lagares e a capela, que testemunha a presença multisecular da produção de vinho e a importância histórica da quinta. Manoel de Oliveira já foi o proprietário até aos anos 90 ter sido novamente adquirida. Nesta Quinta pratica-se a agricultura biológica e na adega não se utilizam leveduras, sendo as fermentações espontâneas.
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No século XIX, os pais de Ponciano de Abreu começaram a produzir Vinho Alvarinho nas suas propriedades situadas nas encostas de Paderne, em Melgaço, na zona Noroeste de Portugal.
Para além de consumo próprio, o vinho servia para pagarem favores aos médicos e advogados e até as contas da botica. As condições excepcionais do solo, clima e exposição solar, repercutiam-se na qualidade do vinho, que começou a ganhar fama na região.
No primeiro quartel do século XX, Ponciano de Abreu decidiu relançar o cultivo dos seus vinhedos, tendo sido um dos pioneiros na produção do Alvarinho, já enquadrada pela legislação da então recém-criada Região Demarcada dos Vinhos Verdes.
Já no início do século XXI, Rui Esteves, neto de Ponciano, retomou o projecto de uma forma profissional, tendo decidido passar a comercializar o seu Vinho Verde Alvarinho com a marca "DOM PONCIANO", de acordo com as estritas normas vigentes para os Alvarinhos produzidos na Sub-região de Monção e Melgaço.
Para além de consumo próprio, o vinho servia para pagarem favores aos médicos e advogados e até as contas da botica. As condições excepcionais do solo, clima e exposição solar, repercutiam-se na qualidade do vinho, que começou a ganhar fama na região.
No primeiro quartel do século XX, Ponciano de Abreu decidiu relançar o cultivo dos seus vinhedos, tendo sido um dos pioneiros na produção do Alvarinho, já enquadrada pela legislação da então recém-criada Região Demarcada dos Vinhos Verdes.
Já no início do século XXI, Rui Esteves, neto de Ponciano, retomou o projecto de uma forma profissional, tendo decidido passar a comercializar o seu Vinho Verde Alvarinho com a marca "DOM PONCIANO", de acordo com as estritas normas vigentes para os Alvarinhos produzidos na Sub-região de Monção e Melgaço.
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Vinhos de Portugal

































































































































