Portefólio
Lisboa

A Quinta de Pancas está localizada a 45 km a noroeste da cidade de Lisboa, na freguesia de Santo Estevão e Triana, no chamado “Alto Concelho de Alenquer” junto ao lugar de Pancas.
As terras de Alenquer estendem se entre a Serra de Montejunto e a lezíria da margem direita do rio Tejo, desdobrando se numa paisagem de montanhas, montes, vales e planícies.
A propriedade tem cerca de 50 hectares de vinha . Atualmente as variedades tintas são: Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional , Syrah , Merlot, Castelão , Alicante Bouschet, Tinta Roriz, Touriga Franca, Petit Verdot e Malbec. Quanto às castas brancas temos na propriedade: Arinto, Chardonnay e Vital.
As terras de Alenquer estendem se entre a Serra de Montejunto e a lezíria da margem direita do rio Tejo, desdobrando se numa paisagem de montanhas, montes, vales e planícies.
A propriedade tem cerca de 50 hectares de vinha . Atualmente as variedades tintas são: Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional , Syrah , Merlot, Castelão , Alicante Bouschet, Tinta Roriz, Touriga Franca, Petit Verdot e Malbec. Quanto às castas brancas temos na propriedade: Arinto, Chardonnay e Vital.
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Localizada em Alenquer, a Quinta do Monte D'Oiro é conhecida desde o séc. XVII como um local privilegiado para a produção de grandes vinhos. O objectivo do produtor José Bento dos Santos, conhecido comunicador e divulgador de gastronomia e vinhos, é a elaboração de vinhos de alta qualidade de estilo europeu, respeitando o terroir existente – uma combinação única de solos e clima. Na vinha do Monte D'Oiro estão plantadas as castas Syrah, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Petit Verdot e Viognier, com as quais o produtor tem elaborado alguns dos vinhos mais aplaudidos em Portugal e no mundo.
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A Quinta de S. Sebastião apresenta um terroir ideal que garante a qualidade das mais variadas castas e se, aos factores naturais, juntar-mos o carinho e o respeito no cuidado que lhes damos, obtemos os frutos perfeitos que abrem as portas à criação de vinhos exclusivos, servindo os mais exigente e rigorosos critérios de selecção. Por isso, para os nossos tintos, as escolhas da fruta recaíram sobre um conjunto de castas nacionais e estrangeiras, as tintas francesas Syrah e Merlot e as portuguesas Touriga Nacional e Tinta Roriz (aragonês). Nas brancas a opção foi para as variedades nacionais Arinto e Cercial. Embora em 2007 a primeira vindima não tenha respondido às exigências, já em 2008 o resultado foi o renascer de vinhos com uma forte identidade.
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Vinhos de Portugal

































































































































